A tradição das marchas dos Santos Populares está de volta. No corrente ano, no Faial, há três marchas, organizadas pela Casa do Povo de Castelo Branco, Junta de Freguesia das Angústias e Sociedade Filarmónica Nova Artista Flamenguense. Após os Santos Populares espera-se continuar a ver estes agrupamentos durante as festas do verão, colorindo e animando arraiais, para gáudio do povo, que não regateia aplausos à passagem dos marchantes [na fotografia espectadores do desfile no Largo Jaime Melo].

A composição das três marchas de 2002, à semelhança de anos anteriores, é bastante eclética no que toca à idade dos participantes, pois nota-se bem a diferença de idades entre eles, sendo quase caso para dizer que vão dos oito aos oitenta, o que imprime uma nota interessante, de saudar, pois o convívio intergeracional a todos aproveita.

FOTOGRAFIAS DE FERNANDO DUARTE, NO LARGO JAIME MELO

A marcha de Casa do Povo de Castelo Branco apresenta-se com 24 pares e executantes da Lira Campesina Cedrense na banda que a acompanha; a música é da autoria de Bruno Pereira; a letra de Sandra Medeiros e Carla Frizado e a coreografia de Raquel Raposo.

A marcha da Junta de Freguesia das Angústias tem 17 pares e o acompanhamento musical é produzido por uma instalação sonora; o maestro José Maria da Silva e o professor Victor Rui Dores escreveram, respetivamente, a música e a letra; os ensaios foram dirigidos pela professora de dança Maria João Albuquerque.

Na marcha da Sociedade Filarmónica Nova Artista Flamenguense figuram 25 pares, aos quais são acrescentados elementos da própria Flamenguense; o maestro Mário Abreu compôs a música e Leónia Melo subscreveu a letra e desempenhou a função de ensaiadora. |X|

Atlantis Cup começa a 1 de agosto

A 33.ª Atlantis Cup – Regata da Autonomia foi apresentada hoje na Marina da Horta, em conferência de imprensa, convocada pelo Clube Naval da Horta (CNH), que promove a competição em parceria com o Clube Naval de Ponta Delgada, o Angra Iate Clube e o Clube Náutico de Angra do Heroísmo. O presidente do parlamento açoriano, Luís Garcia, esteve presente [na fotografia, do CNH, está ao centro], pois a iniciativa tem «o Alto Patrocínio» da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores. Também tomaram parte no anúncio da mais importante prova de vela de cruzeiro realizada nos Açores [na fotografia, da esquerda para a direita] Jorge Macedo (presidente da Associação Regional de Vela dos Açores), Carlos Ferreira (presidente da Câmara Municipal da Horta), Lúcio Rodrigues (presidente do CNH) e João Morais (CNH).

A Atlantis Cup de 2022 partirá de São Miguel em direção ao Faial, com passagem pela Terceira, seguindo um percurso realizado anteriormente por diversas vezes. Outras rotas também foram experimentadas, nomeadamente com partida de Santa Maria e o “sonho” de ligar as nove ilhas do arquipélago concretizou-se em 2016, 2017, 2018 e 2019. A regata começou em 1988 e só teve uma interrupção, em 2020. A edição de 2022 decorre de 1 a 7 de agosto e integra-se num campeonato regional de cruzeiros.

A Regata do Canal, que tem lugar no último dia de cada Semana do Mar e a Atlantis Cup são como as meninas dos olhos do Clube Naval da Horta e têm obtido ao longo de tempo assinalável prestígio, contribuindo para confirmar o estatuto que a Horta adquiriu de capital do iatismo dos Açores e do Atlântico e que devia ser mais potenciado e aproveitado a favor desta ilha e desta Região. |X|

Presidente do Sindicato dos Jornalistas no Faial

Na próxima terça-feira o presidente do Sindicato dos Jornalistas (SJ) estará no Faial para fazer esclarecimentos sobre a «valorização profissional e direitos laborais» a «profissionais da comunicação social» faialenses, conforme diz um convite para um pequeno-almoço endereçado aos mesmos pela Direção Regional dos Açores do SJ. Esta reunião com Luís Simões decorrerá no Hotel Horta.

Não é comum um encontro deste tipo por estas bandas, onde, na verdade, existem poucos profissionais da imprensa, rádio e televisão e agora também da Internet e logo para falar de «valorização profissional e direitos laborais». Quanto à primeira, não haja dúvida que é muito necessária, sobretudo no campo da formação, para termos jornalistas mais capazes e melhor informação. Quanto aos segundos, não há que ter ilusões, pois, exceção feita aos que trabalham para a Rádio e Televisão de Portugal, por muito que se vá dando o litro, a contrapartida ao fim do mês não é nada motivadora.

Este assunto dava pano para mangas, mas, numa análise mais que sucinta, pode-se dizer que a (in)viabilidade económica da comunicação social local é o fator mais decisivo a influenciar o estado do nosso jornalismo. |X|

EDIÇÃO NÚMERO 2 | inQuieto FAZ PARTE DO BLOG escrevi.blog. É UM JORNAL, EM VERSÃO ONLINE, COM EDIÇÕES NUMERADAS, DE UMA SÓ PÁGINA. A SUA PERIODICIDADE É VARIÁVEL. TRATA DE ASSUNTOS RELACIONADOS, PRINCIPALMENTE, COM A ILHA DO FAIAL, PODENDO ALARGAR ESTE ÂMBITO. O ANTETÍTULO À ANTIGA FAIALENSE, EXPLICADO AQUI, SINTETIZA A FORMA DE ABORDAGEM DOS TEMAS E O ESTILO DE ESCRITA ADOTADO NESTE ESPAÇO JORNALÍSTICO. |X|

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