ENTREVISTA. Vasco Cordeiro «pronto a ajudar» os Açores no Comité das Regiões Europeu

Recentemente eleito, o presidente desta «verdadeira assembleia política» quer mais coesão na Europa

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Ilídia Quadrado destaca-se no PSD do Faial

Depois de algum tempo sem uma vice-presidência no órgão executivo de direção política do Partido na Região os sociais-democratas faialenses reconquistaram o lugar

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16.ª ELEIÇÃO DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, que restaurou a democracia em Portugal e abriu caminho para a realização de eleições livres, os eleitores portugueses elegeram a Assembleia Constituinte, precisamente um ano após a Revolução dos Cravos, assim denominada por causa da flor que os militares colocaram na ponta das espingardas no dia do derrube do Estado Novo, regime ditatorial que vigorava no país.

A Assembleia Constituinte foi formada com o objetivo de elaborar a Constituição da República Portuguesa, que passou a regular o Estado de Direito democrático em Portugal.

No próximo dia 30 de janeiro os portugueses regressarão às urnas para, pela décima sexta vez, participaram nas eleições legislativas, escolhendo os 230 deputados que compõem a Assembleia da República, depois de o terem feito em 1976, 1979, 1980, 1983, 1985, 1987, 1991, 1995, 1999, 2002, 2005, 2009, 2011, 2015 e 2019.

Abaixo apresenta-se um quadro com os círculos eleitorais das eleições legislativas: 18 no continente, 1 na Madeira, 1 nos Açores, 1 na Europa e 1 fora da Europa. O maior círculo é o de Lisboa, ao qual correspondem 48 lugares no hemiciclo de São Bento, como é conhecida a Assembleia da República, numa alusão à disposição das cadeiras na sala do plenário e ao palácio onde funciona.

O círculo mais pequeno é o de Portalegre, o único que não atinge 100 mil eleitores. O círculo do Porto rivaliza com o de Lisboa, como, de resto, acontece noutros aspectos da vida nacional, formando com a circunscrição da capital a dupla de círculos eleitorais com mais de um milhão de cidadãos inscritos para votar.

O círculo eleitoral dos Açores é o décimo quinto em número de eleitores e reparte com Vila Real o décimo terceiro lugar em número de deputados. Os eleitores inscritos na Região Autónoma dos Açores correspondem a um pouco mais de 2,11% do total nacional. |X|

“Ave, Caesar, morituri te salutant”

Francisco César tem o direito de se candidatar a qualquer eleição, nomeadamente a próxima para a Assembleia da República. Ainda no plano dos direitos, tem legitimidade pessoal e cívica para procurar realizar uma carreira política, em nome do que achará ser o melhor para os Açores. Não se lhe deve, portanto, barrar essa possibilidade, seja a que título for, porque se não é aceitável que ele se prevaleça de qualquer prerrogativa, ainda que anacrónica, de natureza hereditária, também não se lhe pode recusar ambição por ser filho de quem é. Isto é a teoria.

A prática processa-se de outro modo. Numa altura em que o Partido Socialista passa por aquilo que qualquer força política vive na ressaca da perda do poder; quando a influência tutelar do pai de Francisco continua bem presente na hoste socialista; no momento em que o líder regional tem pela frente uma porta muito estreita que terá que transpor para se emancipar da dita influência, embora não se saiba ainda se vai a tempo; depois da proclamação “urbi et orbi” da renovação da lista para a Assembleia da República, a apresentação de uma candidatura encabeçada pela dupla César/Sérgio representa a claudicação total do PS-Açores.

Só há um motivo que explica esta estratégia, se é que se pode apelidar de estratega quem a concebeu: o desespero de causa, mas um desespero que não olha a meios para atingir os fins e tritura qualquer possibilidade de enveredar por outra solução, à custa de um aparelho domesticado. É óbvio o descalabro em que vivem os socialistas açorianos. Quando o navio se afunda, os ratos são os primeiros a pular fora.

Carlos César, o filho e quem ainda se pendura nas suas saias, estão fartos de saber que o respetivo capital político se encontra absolutamente deteriorado. A República é a boia de salvação, num mar que é preciso atravessar como se de um deserto se tratasse e, em vez de esperarem pela evolução das conjunturas, avessos que estão à entrega do poder que ainda lhes resta, tratam de garantir aquilo que ainda conseguem manter dominado.

Diz-se que a maior qualidade de um político é sua capacidade de previsão. Ora nem político seria necessário ser para concluir que o jovem Francisco deveria refrear os seus desejos de modo a que pudesse, mais tarde, surgir de cara lavada perante militantes e eleitores, já que o seu indisfarçável propósito é viver da política. Isto até me faz lembrar uma frase que meu pai proferia, em jeito de brincadeira: trabalha quem não sabe fazer outra coisa! Mudando “trabalho” por “fazer política”, esta divisa aplica-se ao caso vertente.

Portanto, em nome do povo dos Açores, que dirá ir defender em Lisboa, Francisco (e o pai), com a conivência ou a impotência de Cordeiro, ao que parece manso como o bicho, mantêm sujeito o partido. Sujeito, mas não em paz, pois, ainda ontem vi, pela primeira vez, no Facebook, três figuras gradas do PS-Açores verberarem a atitude de António Costa em relação a Eduardo Cabrita, coisa impensável no reino socialista! Pode ocorrer o efeito dominó…

Já escrevi que Carlos César saiu de cena na capital porque não lhe apararam o jogo e, como se sabe, lá fora, os senadores socialistas a até os Jovens Turcos do partido, não são bem daqueles de deitar água a pintos, ao contrário dos “yes men” de cá. Mas agora também se percebe melhor o seu afastamento. O que poucos entenderão é o desprendimento revelado pelo exercício do cargo de presidente honorário. Então se o posto lhe foi feito à medida, por quê extingui-lo já? Se assim for, fica provada essa inaudita asneira (a criação de um presidente honorário com usurpação de poderes) que nem um cabo de esquadra cometeria!

Por último: se era para renovar, por que é que Isabel Rodrigues e João Castro se mantêm na lista, acima e abaixo da linha de água? Cumpre-se a velha regra, comum a todos os partidos, segundo a qual a renovação é sempre feita para além dos lugares elegíveis. Conheço bem esse método, em que o meu antigo partido é useiro e vezeiro.

Sendo assim, que ficaram lá (na lista) a fazer a Isabel e o João? Então, foram bons para defender os Açores e o PS na Assembleia da República e agora, ainda por cima num mandato interrompido a meio, são secundarizados, para estender a passadeira vermelha aos baronetes do sistema? |X|

“Ave, Caesar, morituri te salutant” — “Salve, César, os que vão morrer saúdam-te.” Palavras que, segundo Suetónio, pronunciavam os gladiadores ao desfilar, antes do combate, por diante da tribuna imperial.

CANAL FAIAL – PICO PONTIFICA NA ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS

Carlos Ferreira e José António Soares foram eleitos figuras de proa da Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores (AMRAA)

A vitória na Câmara Municipal da Horta e também na Assembleia Municipal da Horta da coligação PSD-CDS-PPM, liderada no Faial por Carlos Ferreira, deu-lhe a presidência da “intermunicipal” da AMRAA | fotografia do Município da Horta

O presidente da Câmara Municipal da Madalena, que se pode considerar um “dinossauro” dos autarcas açorianos, inclusivamente no seio do partido que o elegeu, José António Soares, é o novo presidente do Conselho de Administração da AMRAA.

Soares, desde a sua juventude ligado à JSD e ao PSD, cumpre o terceiro e último mandato na autarquia madalenense, à qual se candidatou apenas vinculado aos sociais democratas, não acompanhando a coligação tripartida que sustenta o governo regional e algumas câmaras e assembleias municipais dos Açores.

Por sua vez, o protagonista de uma das mais saborosas vitórias da coligação PSD-CDS-PPM nas últimas eleições autárquicas, Carlos Ferreira, que arrancou o município da Horta das mãos do PS após 32 anos de domínio socialista, é agora o presidente da assembleia intermunicipal desta associação dos municípios dos Açores.

É caso para dizer que o eixo Madalena – Horta pontifica na AMRAA. |X|

NOVA ADMINISTRAÇÃO DA URBHORTA

Carlos Morais, Rui Martins e Sílvia Avelar são os novos membros do Conselho de Administração da empresa municipal Urbhorta

O Teatro Faialense é gerido pela Urbhorta | fotografia: Urbhorta

A Câmara Municipal da Horta já tinha divulgado que o vice-presidente do município, Carlos Morais, ocuparia o lugar de presidente do Conselho de Administração (CA) da Urbhorta – Construção, Gestão e Exploração de Projetos de Desenvolvimento Empresarial, E.E.M. Agora, através de uma nota informativa, ficou a saber-se que o CA é composto, para além do presidente, pelos vogais Rui Martins e Sílvia Avelar.

A nomeação do CA da Urbhorta é da responsabilidade da respetiva assembleia geral, à qual preside o presidente da câmara municipal, Carlos Ferreira, integrando, ainda, os vogais Maria Miguel Pavão Marques e Dário Silveira.

Os novos rostos da empresa municipal que, na administração, sucedem a José Freitas, Filipe Menezes e Diva Silva, surgem na sequência das eleições autárquicas.

Carlos Morais, cuja dedicação a tempo inteiro ao município foi questionada durante a campanha eleitoral, acaba por assumir um papel de relevo na gestão do município, acumulando a vice-presidência da câmara com a presidência da Urbhorta, cuja atividade abrange “equipamentos coletivos, do património edificado e a prestação de serviços nas áreas da educação, ensino, cultura e desporto”, segundo a referida nota informativa. “Atualmente – acrescenta o texto – gere o Parque Empresarial e Tecnológico da ilha do Faial, o Banco de Artistas, o Teatro Faialense, o Centro Hípico, a Piscina Municipal e os Parques de Campismo do Capelo e da Praia do Almoxarife”.

O vogal Rui Martins, homem forte do CDS no Faial, cuja preponderância cresceu no xadrez político local em resultado da coligação que suporta o governo regional, acrescenta as novas funções às de líder dos centristas nesta ilha; de deputado regional por via do círculo de compensação e de deputado municipal na Assembleia Municipal da Horta.

Sobre a acumulação dos cargos de deputado municipal e membro do CA da Urbhorta não se fizeram esperar reações no Facebook apontando o facto de Rui Martins se fiscalizar a si próprio visto que a empresa municipal é escrutinada pela assembleia municipal.

Sobre a vogal Sílvia Avelar nada se pode dizer, para já, pois não tem percurso em funções públicas. |X|

[ NÃO BASTA SER POPULAR ]

“Não chega ser popular para ser um bom Presidente da República. Marcelo Rebelo de Sousa corre o risco de ser classificado como um dos piores presidentes desta era, quando formos capazes de analisar friamente o que tem feito, quando formos capazes de despir a simpatia que nos inspira e a graça que lhe achamos.” (Helena Garrido, Observador, 2021-11-02) |X|

COBARDIA!

Acompanhei, especialmente atento, como, talvez, uma parte substancial dos açorianos que se preocupam com a sua terra, a crise política gerada nos últimos dias a propósito das “agendas mobilizadoras” respeitantes à aplicação nos Açores do Plano de Recuperação e Resiliência (bazuca).

Acompanhei e quero continuar a acompanhar, pois presumo que a procissão, que já não vai no adro, não ficará por aqui.

Feitas as acusações e reconhecidos os erros; apresentadas as argumentações e contra-argumentações, não vou vou entrar no despique porque não disponho de informação suficiente para isso.

Interessa-me, no entanto, outra análise, de natureza política, porque, pela primeira vez, nem cedo, nem tarde, impende sobre o XIII Governo Regional dos Açores, cuja base de apoio é inédita na história da nossa autonomia e periclitante, uma autêntica espada de Dâmocles, verbalizada pelo deputado do (pequeno) PAN, Pedro Neves, no parlamento: “Não podem contar mais connosco!”

Como se explica que, perante um cenário político que se foi compondo nas últimas horas de forma clara e evidente, o presidente do governo, que se tornou um verdadeiro bombo da festa da opinião pública açoriana, se tenha, pura e simplesmente, eclipsado do debate parlamentar?

Como é que José Manuel Bolieiro vai sair desta? Era a pergunta que, provavelmente, milhares de açorianos fizeram até às 10 horas de hoje.

Os grandes estadistas não se revelam quando as coisas se apresentam de feição. Afirmam-se, principalmente, nos momentos de dificuldade.

Acusado, ao longo do último ano (e, até, anteriormente, por quem hoje lhe tributa vénias e ajuda a sustentar na liderança partidária e não só), de escassa capacidade de liderança, o presidente do PSD-Açores e presidente do governo, desaproveitou, de uma forma confrangedora, uma oportunidade de ouro para calar a censura e revelar a coragem política necessária para fazer acreditar que é capaz de levar a bom porto a missão que tem entre mãos.

Nem falo do vice-presidente do governo e presidente de um dos partidos que constitui um dos vértices da coligação governante (dizem que o mais perigoso, por não ter pejo em governar-se, se a oportunidade surgir). Artur Lima, confirmou, com a sua ausência, o indisfarçável oportunismo que, apesar de um escasso ano em funções, tem pautado a sua ação.

O que mais me custa, derivado da costela social-democrata que não consigo renegar, é ficar com a sensação de que, afinal, tudo isto continua a funcionar “à antiga”, com os mesmos métodos, a mesma fraqueza de espírito, a mesma falta de identificação com a realidade…

Continuam sem perceber quando é que a emenda é pior do que o soneto.

No plano local foi esta visão pequena, esta repetição de métodos arcaicos e desajustados, esta ilusão de querer tapar o sol com a peneira, como se o povo fosse ignorante, que me levou a afastar de um partido que, confirmo agora, é incapaz de reinventar-se e seguir em frente.

Repito o que já expressei dezenas de vezes: ganhar eleições não justifica tudo, muito menos “assaltar” ou querer manter o poder à custa de manobras, jogos de bastidores, favorecimentos, amiguismos, jeitos etc. (não me refiro só à bazuca, como é óbvio). Porém, quando se age por cobardia, não há remédio mesmo! |X|

ESCÂNDALO

Já ontem, através do Facebook, no decorrer da sessão de instalação da Assembleia Municipal da Horta (AMH) e tomada de posse da Câmara Municipal da Horta (CMH), em que participei, representando o Grupo de Cidadãos Eleitores SOMOS FAIAL, a convite da senhora presidente da AMH, tive oportunidade de desejar a todos os cidadãos eleitos um mandato profícuo a favor do Faial e dos seus habitantes, o que, agora, reitero.

A cerimónia decorreu com uma dignidade e elevação adequadas ao momento, para o que contribuiu, naturalmente, a equipa responsável pelo protocolo, renovada na totalidade. Cumpriu, assim, com nota máxima, o seu papel e primeiro desafio.

Para mim, não é de somenos importância realçar os aspectos formais numa ocasião como esta, já que se trata, em grande medida, de uma momento em que o ritual e a etiqueta se sobrepõem aos demais aspectos em presença.

Em mais de uma hora como assistente, não me fico, contudo, pela natureza cerimoniosa do ato, porque aí não se esgota a sua importância, até porque de um convidado não se deve esperar apenas o aplauso, penso eu…

Por isso, sem delonga, realço dois aspectos:

Depois de ter convocado uma conferência de imprensa para exaltar o legado que deixou, o anterior presidente da câmara disse que “sempre assumiu os seus compromissos, por isso não será agora que o vai deixar de fazer”. (vide Incentivo, 2021-10-11).

Embora tenha declarado que irá tomar assento no seu lugar de vereador, a verdade é que faltou à posse. Não ficou bem!

O discurso de posse do presidente da câmara ficou, para mim, muito aquém das expectativas. Foi uma cópia da campanha eleitoral, tirando umas citações poético-literárias.

Passado o tempo em que as regras do “marketing” político são mais apertadas, para atrair votação, era de esperar — melhor dizendo, esperava eu — uma intervenção com outra profundidade, isto é, ancorada no que foi a ideia-chave (não explicada) do programa eleitoral vencedor: uma visão de futuro para o Faial, devidamente planeada.

Ou seja, eu tinha a ilusão de que o presidente da câmara mais desejado pelos faialenses, depois de Renato Leal, fosse capaz de um golpe de asa no momento inaugural do seu mandato.

Em género de parêntesis e a propósito, faço uma comparação entre Carlos Ferreira e Renato Leal: ambos cumpriram o desígnio da mudança, baseados num grau de popularidade assinalável, mas sem correspondência programática.

O presidente da câmara que entrou em funções ontem tem a seu crédito pelo menos quatro anos para confirmar que eu estou enganado.

Parte substancial das propostas para o mandato em curso são da responsabilidade do governo regional. Resta saber se o governo regional as cumprirá e, mais do que isso, se a Câmara Municipal da Horta terá força suficiente para chamar o governo à razão.

Na campanha eleitoral chamei a atenção para o facto de o Faial precisar de um presidente de câmara e não de um delegado do governo, como aconteceu no consulado socialista.

Em tempos, escrevi, citando uma anedota atribuída Bocage, a propósito de um discurso do presidente João Fernando Castro, em que apresentou obras do governo em vez de obras da câmara para justificar a validade do voto nos socialistas, que “o peido que aquela senhora deu, não foi ela, fui eu”.

Escandalizei na altura. Espero não ter que escandalizar de novo. |x|

AUTÁRQUICAS. Ricardo Soares na calha para a câmara da Horta pelo PSD

Jornal Incentivo avança, em primeira mão, com o nome escolhido para liderar a candidatura social-democrata nas próximas eleições autárquicas no município faialense

Embora o PSD do Faial se encontre em pleno processo eleitoral para a eleição dos próximos titulares dos órgãos de ilha do partido, marcada para 9 de abril e a quem caberá as definições sobre as autárquicas de 2021, o jornal Incentivo garante, na sua edição da manhã de hoje, que o presidente da comissão política já escolheu o cabeça-de-lista à câmara da Horta.

Trata-se, segundo o matutino, de Ricardo Soares, uma personalidade ligada à banca, atualmente quadro do Santander. O periódico assinala que Soares “não tem qualquer trabalho político conhecido, embora sejam conhecidas as suas simpatias pelo Partido Social Democrata” e sublinha, duas vezes, que não é natural do Faial, adiantando, embora, que vive nesta ilha, onde desenvolve projetos empresariais.

O Incentivo, que não cita explicitamente nenhuma fonte do partido, considera o envolvimento de Ricardo Soares nas autárquicas uma “surpresa”, “uma vez que era esperada a candidatura [à câmara] de Carlos Ferreira, dentro e fora” do PSD, explicando que este deputado eleito pelo Faial venceu os dois últimos atos eleitorais para o parlamento.

A revelação do nome de Ricardo Soares é, ainda, mais surpreendente porque, conforme referido no início deste texto, o PSD-Faial encontra-se em processo eleitoral interno, o que pode conduzir à renovação da atual direção, que, assim, vai herdar a decisão mais importante do processo autárquico que é a escolha do cabeça-de-lista à Câmara Municipal da Horta. |X|

|| SOUTO GONÇALVES texto | Fotografia: Fac-símile da 1.ª página do jornal Incentivo