INFORMAÇÃO, POLÍTICA

Ribeiro na Unidade de Saúde

O diário Incentivo, que se publica na Horta, avança hoje, em primeira mão, que Teresa Ribeiro será a próxima presidente do conselho de administração da Unidade de Saúde da Ilha do Faial (USIF).

O jornal também adianta que “continua a pairar a possibilidade de substituição de João Morais”, presidente do conselho de administração do Hospital da Horta.

Teresa Ribeiro, jurista, formadora da Escola Profissional da Horta, é um quadro do PSD local, preside à Assembleia Municipal da Horta e chegou a ser apontada à administração do Hospital em consequência da mudança de governo nos Açores.

O Incentivo escreve que “este processo esteve envolvido em alguma confusão porque foi falado outro nome para o mesmo lugar”. Segundo o jornal “era o de Cristina Abrantes, enfermeira e provedora da Santa Casa da Misericórdia da Horta, que acabou por ser preterida, em resultado do veto do CDS”.

Nos últimos dias era voz corrente entre os funcionários da USIF que esta enfermeira, que é vice-presidente da Comissão Política Regional do PSD-Açores e membro da Comissão Política de Ilha do PSD-Faial, aguardava apenas a data da tomada de posse.

O jornal também diz que a nova presidente da USIF, avalizada pelo segundo maior partido da coligação que sustenta o governo regional, assumiu o compromisso de integrar na sua equipa uma enfermeira que tenha o beneplácito “centrista”.

O convite para presidir à USIF — revela o diário faialense — já foi formalizado pelo secretário regional da Saúde e Desporto e aceite por Teresa Ribeiro, precisamente duas semanas depois de Clélio Meneses ter “pedido” 15 dias ao atual conselho de administração para resolver o assunto, conforme, na altura, ESCREVI.BLOG noticiou.

A USIF é dirigida desde 2015 por Helena Reis cujo trabalho tem merecido reconhecimento geral.

JOÃO MORAIS: “NIM”

Resolvida a questão da USIF, sobra, no plano das instituições de saúde do Faial, o Hospital da Horta.

O presidente do respetivo conselho de administração ainda tem dois anos de mandato, mas há quem queira que não os cumpra. A resistência tem origem, de acordo com o Incentivo, no PSD do Faial, que chegou a pedir a sua demissão. Todavia existe quem, conclui o jornal, prefere não pagar uma indemnização a João Morais, que seria a consequência do seu afastamento do cargo. |X|

SOUTO GONÇALVES TEXTO

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