FUI AO PICO

Sugiro que se recupere (ao menos pintando) as antigas placas de cimento que, na sua singeleza, indicam com muita clareza os caminhos que se pode tomar.

Fui ontem ao Pico. Levei carro pela primeira vez. Comprovei a utilidade dos “ferrys”. A Horta e a Madalena estão mais perto uma da outra e as comodidades oferecidas para a viagem são excelentes. A Atlânticoline, na pessoa do seu corpo de funcionários, incluindo os comandantes dos barcos, com presença visível nas operações, está de parabéns: eficiência a toda a prova. (Parece que não é preciso haver presidente da administração, pois as coisas funcionam assim…)

Já não ia ao Pico há bastante tempo. Gostei da Madalena e das Lajes (em São Roque passei de fugida): arrumadas, limpas, dinâmicas, com alterações bem conseguidas nos respetivos espaços urbanos. Havia movimento, como é natural nesta altura.

Visitei as lagoas do Capitão, Caiado, Paul, Rosada e do Peixinho: à parte a beleza natural do Planalto Central do Pico, passei por caminhos muito mal conservados (um turista que segue numa viatura ligeira vê-se privado do acesso a alguns locais idílicos) e a sinalização está pelas ruas da amargura: quem não conhece o interior da ilha pode pensar que está à procura de uma agulha num palheiro!

Sugiro que se recupere (ao menos pintando) as antigas placas de cimento que, na sua singeleza, indicam com muita clareza os caminhos que se pode tomar. Há sinalização destruída, apagada e escassa. |X|

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